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Mostrando postagens de setembro, 2024

UM COTIDIANO TE DEFINE II

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COTIDIANO E UM CAFÉ  O cotidiano do café O café e o cotidiano Uma necessidade remota   Mesmice da mesmice Tolice da mesmice     Algo fugaz Que me anseia   Me busca   Um cotidiano sem fim   Cansa só a mim?   Outra manhã Mais café Um gole   Então... Cócegas nos neurônios   Anestesia Êxtase Estímulo Relaxamento     Penumbra da tarde Mais café Sombra suave Difusa Intimista   O convite se faz por si só Cerimônia do cotidiano Luz amarela A companhia   De um livro Ou de alguém De si mesmo?   Uma vontade De que o tempo desacelere Perpetue o momento Cabe mais uma xícara de café, não cabe?   Mas o tempo passa E ainda bem que passa Porque amanhã tem de novo   É sobre aquela outra vontade De começar o que é bom novamente Uma oportunidade Déjà vu De repente     O cotidiano do café Licença poética para o ócio Fuga do frenético   Uma manhã Uma tarde Outra manhã Outra tarde   Mesmice da mesmice Mesm...

UM COTIDIANO TE DEFINE

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Quando o amor pelos físicos ainda existia É sobre um cotidiano… Estive pensando sobre um cotidiano qualquer E esbarrei sobre questões do meu proprio cotidiano. Um em específico Pragmático e pontual Que já me corroeu em angústias  E que agora flui quase como um descaso Já não penso muito Apenas faço Um hábito Eu sei, estou dizendo sem dizer.  Mas é de propósito Um desabafo só para mim De mim Doravante, o descaso vira uma consciência Plena Uma estética A ser preservada Rara e permanente O que é estético se conserva Então conservo O cotidiano é bom Mas aniquila Te prende E rende Automatiza  Por isso aniquila Anula A criatividade Crise da atividade Ainda bem que penso Já é alguma coisa Pior pra quem não pensa E pensando melhor: Quero deixar esse cotidiano em específico imaculado Quero ainda sentir o frio-na-barriga Quero deixa-lo idealizado Restrito Exclusivo Aquilo que é pra-poucos Uma vaidade Um charme Uma arrogância Requinte puro Me faz manter distância de alguns pobre-coi...

POESIA É SOBRE AMOR [AMAR É POESIA]

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Ame obrigatoriamente   O  amor Quando é tanto Carece de pouco É quando habita o coração, não sabe!? O amor sensato   Não subordina ao alarde Amor barulhento demais é calúnia   Amo-te   Ponto. Vírgula,   Amo-te Vírgula de novo, Deve-se amar, obrigatoriamente E a vida passa   Pariforme Intensa Hoje Ontem Amanhã E de novo Você comig o Eu com você Nós e ela   É amor, tá vendo!?   Puro amor Inspiração Amor obrigatório Declaração [para quem me inspira e a mim declara] Por Farley Marcondes